29 de janeiro – Visibilidade Trans é compromisso.

Uma reflexão sobre o Dia Nacional da Visibilidade Trans como compromisso ético e político, que evidencia a responsabilidade institucional no enfrentamento da violência, na promoção do letramento e na construção de ações concretas para garantir dignidade, permanência e direitos às pessoas trans.
Ocupar todos os lugares também é visibilidade

Neste texto, reflito sobre visibilidade trans para além das datas simbólicas, a partir da ocupação de diferentes espaços da vida cotidiana, do esporte à arte. Existir, circular e criar sem precisar caber em uma única narrativa também é uma forma potente de visibilidade.
Fetichização não é reconhecimento

Uma reflexão sobre como a fetichização de pessoas trans, especialmente nos ambientes profissionais, não é reconhecimento, mas uma forma de desumanização. Como curiosidade invasiva e sexualização apagam trajetórias e identidades, e por que esse é um tema que exige responsabilidade, posicionamento e ação das organizações.
Inclusão se constrói. Não se declara.

Inclusão se constrói no dia a dia, com letramento, práticas consistentes e lideranças comprometidas, e não apenas com ações simbólicas. Quando integrada à estratégia, a diversidade fortalece a cultura organizacional, promove ambientes mais justos e mostra que é possível alinhar resultados, pessoas e responsabilidade social.
Um mês de luta

O Mês da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, remete a um marco histórico de 2004, quando a campanha “Travesti e Respeito” levou pessoas trans a ocuparem espaços institucionais para reivindicar o direito de existir com dignidade, reforçando a visibilidade como um passo essencial da cidadania.
6 meses de jornada na Cielo

Completei seis meses na Cielo, marcados por intenso aprendizado e conexões, após 18 anos no Banco do Brasil. Aceitei o desafio de Gerente de Melhoria Contínua com confiança, mesmo sem ter todas as respostas, e aprendi que melhoria contínua é, acima de tudo, sobre pessoas. Sou grata ao time, ao Banco do Brasil pela base sólida e à Cielo pela oportunidade, encerrando este ciclo com reflexão sobre propósito e empatia, certa de estar no lugar certo.
19 anos de História

Há 19 anos, dei meus primeiros passos no Banco do Brasil e iniciei uma jornada que transformou quem sou: uma mulher trans, profissional e líder que cresceu entre desafios, mudanças de cidade e muito aprendizado. Ali vivi meu processo de afirmação de gênero, encontrei apoio, propósito e pertencimento. Hoje, cedida à Cielo, sigo com gratidão por cada pessoa e oportunidade que fortaleceram minhas raízes e me trouxeram até aqui.
Primeiras conquistas na
minha nova jornada

Com pouco tempo na área de Melhoria Contínua, tive a honra de conduzir, ao lado do Gustavo Carnasciali, uma sessão de Design Thinking, uma abordagem estruturada para resolver problemas complexos de forma criativa e colaborativa, sempre colocando as pessoas no centro do processo.
Novos desafios e aprendizados

Hoje completo 3 meses de jornada na Cielo. Nestes 90 dias como Gerente de Melhoria Contínua, mergulhei em um ambiente dinâmico, repleto de aprendizado e inovação.
O HackTown 2025 tá chegando…

Na quinta-feira, 31 de julho, ali no INATEL, por volta das 11h30 da manhã, vou estar na sala 08 com uma conversa que nasce de inquietações bem reais: “O ESG na era da intolerância: como governança e responsabilidade social podem reverter retrocessos.”